quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DO ADOLESCENTE (1)

IDADE e INTERVALO ENTRE AS DOSES

VACINA

DOSE

DOENÇAS EVITADAS

De 11 a 19 anos (na primeira visita ao serviço de saúde)

Contra Hepatite B

1ª dose

Hepatite B

dT (Dupla tipo adulto) (2)

1ª dose

Difteria e Tétano

Contra Febre Amarela (3)

Reforço

Febre Amarela

SCR (Tríplice Viral) (4)

Dose única

Sarampo, Caxumba e Rubéola

1 mês após a 1ª dose contra Hepatite B

Contra Hepatite B

2ª dose

Hepatite B

6 meses após a 1ª dose contra Hepatite B

Contra Hepatite B

3ª dose

Hepatite B

2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano

dT (Dupla tipo adulto)

2ª dose

Difteria e Tétano

4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano

dT (Dupla tipo adulto)

3ª dose

Difteria e Tétano

A cada 10 anos por toda vida

DT (Dupla tipo adulto) (5)

Reforço

Difteria e Tétano

Contra Febre Amarela

Reforço

Febre Amarela


(1)

Adolescente que não tiver comprovação de vacinação anterior, seguir este esquema. Se apresentar documentação com esquema incompleto, completar o esquema já iniciado.

(2)

Adolescente que já recebeu anteriormente 3 (três) doses ou mais das vacinas DTP, DT ou dT, aplicar uma dose de reforço. É necessário doses de reforço da vacina a cada 10 anos. Em caso de ferimentos graves ou gravidez, antecipar a dose de reforço para 5 (cinco) anos após a última dose. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 (trinta) dias.

(3)

Adolescente que resida ou que irá viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios  dos estados PI, BA, MG, SP, PR, SC E RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Em viagem para essas áreas, vacinar 10 (dez) dias antes da viagem.

 

(4)

Adolescente que tiver duas doses da vacina Tríplice Viral (SCR) devidamente comprovada no cartão de vacinação, não precisa receber esta dose.

 

(5)

Adolescente grávida, que esteja com a vacina em dia, mas recebeu sua última dose há mais de 5 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço, a dose deve ser aplicada no mínimo 20 dias antes da data provável do parto. Em caso de ferimentos graves, a dose de reforço deve ser antecipada para cinco anos após a última dose.


Fonte:http://www.cva.ufrj.br/informacao/vacinas/calendario/portaria1602.html

CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA

IDADE

VACINA

DOSE

DOENÇAS EVITADAS

Ao nascer

BCG-ID

Dose única

Formas graves da Tuberculose

Contra Hepatite B (1)

1ª dose

Hepatite B

1 mês

Contra Hepatite B

2ª dose

Hepatite B

2 meses

Tetravalente (DTP + Hib) (2)

1ª dose

Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite e outras infecções por Haemophilus influenzae tipo b

VOP (Vacina Oral contra a Poliomielite)

1ª dose

Poliomielite ou Paralisia Infantil

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) (3)

1ª dose

Diarréia por Rotavírus

4 meses

Tetravalente (DTP + Hib)

2ª dose

Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite e outras infecções por Haemophilus influenzae tipo b

VOP (Vacina Oral contra a Poliomielite )

2ª dose

Poliomielite ou Paralisia Infantil

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) (4)

2 ª dose

Diarréia por Rotavírus

6 meses

Tetravalente (DTP + Hib)

3ª dose

Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite e outras infecções por Haemophilus influenzae tipo b

VOP (Vacina Oral contra a Poliomielite)

3ª dose

Poliomielite ou Paralisia Infantil

Contra Hepatite B

3ª dose

Hepatite B

9 meses

Contra Febre Amarela (5)

Dose inicial

Febre Amarela

12 meses

SCR (Tríplice Viral)

Dose única

Sarampo, Caxumba e Rubéola

15 meses

DTP (Tríplice Bacteriana)

1º reforço

Difteria, Tétano, Coqueluche

VOP (Vacina Oral contra a Poliomielite)

Reforço

Poliomielite ou Paralisia Infantil

4 - 6 anos

DTP (Tríplice Bacteriana)

2º reforço

Difteria, Tétano, Coqueluche

SCR (Tríplice Viral)

Reforço

Sarampo, Caxumba e Rubéola

10 anos

Contra Febre Amarela

Reforço

Febre Amarela


(1)

A primeira dose da vacina contra Hepatite B deve ser administrada na maternidade, nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido. O esquema básico se constitui de 3 (três) doses, com intervalos de 30 dias da primeira para a segunda dose e 180 dias da primeira para a terceira dose.

(2)

O esquema de vacinação atual é feito aos 2, 4 e 6 meses de idade com a vacina Tetravalente e dois reforços com a Tríplice Bacteriana (DTP). O primeiro reforço aos 15 meses e o segundo, entre 4 e 6 anos.

(3)

É possível administrar a primeira dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias de idade (6 a 14 semanas de vida).

(4)

É possível administrar a segunda dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias de idade (14 a 24 semanas de vida). O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e segunda dose é de 4 semanas.

(5)

A vacina contra Febre Amarela está indicada para crianças a partir dos 9 meses de idade, que residam ou que irão viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados: BA, ES e MG). Se viajar para áreas de risco, vacinar contra Febre Amarela 10 (dez) dias antes da viagem.


Fonte: http://www.cva.ufrj.br/informacao/vacinas/calendario/portaria1602.html

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Vacina e prevenção são os meios mais eficazes contra hepatite B

Governo de São Paulo lança campanha para imunizar 2,3 milhões de jovens
Publicado em: 03/02/2009
Última atualização: 03/02/2009

Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, ao menos 40% dos jovens entre 11 e 19 anos não estão imunizados contra a hepatite B, uma que provoca inflamação no fígado, podendo chegar a virar um câncer, em casos crônicos. No Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, a vacina contra Hepatite é recomendada em três doses, aplicadas via intramuscular, no braço: a primeira logo após o nascimento, a segunda 30 dias após a primeira e a terceira seis meses após a primeira.

Mas quem não tomou as doses na infância pode fazê-las em qualquer idade. Além da vacina, existe a imunização combinada contra hepatite A e B, aplicada no mesmo esquema de três doses da vacina contra o vírus B isolada, oferecendo proteção contra os dois tipos mais comuns de hepatite viral. Atualmente, elas são o único meio eficaz para combater a doença, além da prevenção.

Dr. Alberto Chebabo, infectologista da Diagnósticos da América S. A. / DASA, explica que a o diagnóstico da hepatite B é complicado, devido à dificuldade em determinar a gravidade da infecção. “A combinação de detecção de dois antígenos virais (HBsAg e HBeAg) e de quatro anticorpos diferentes contra componentes virais (Anti HBs, Anti HBc, Anti HBc IgM e anti HBe), fazem a diferenciação diagnóstica entre doença crônica e aguda, além de fornecer informação prognostica em relação à cura e gravidade da infecção. A detecção da proteína de superfície do vírus B (HBsAg) mostra sempre a presença de viremia, mas isoladamente não consegue diferenciar a doença aguda da doença crônica”, diz o especialista.

A hepatite B é transmitida em relações sexuais, em contato com sangue contaminado e também durante a gestação e parto. No Brasil, estima-se que haja dois milhões de infectados com a doença.

Fonte: http://www.idmed.com.br/noticias.php?noticia=59

domingo, 15 de fevereiro de 2009

FATOS HISTORICOS (Continuação)

1986. É criado no Brasil o Zé Gotinha, marca-símbolo da campanha
contra a poliomielite.

1988. A OMS recomenda a inclusão da vacina contra febre amarela na
lista de vacinas preconizadas pelo PAI para países endêmicos.


1989. São notificados os últimos casos de poliomielite no Brasil. Ocorre
em Souza, na Paraíba, o último caso.


1991.Em agosto, registrado o último caso de poliomielite nas Américas,
em Junín, no Peru.


1992. O projeto de informatização do PNI foi suspenso em vista da falta
de um sistema que padronizasse a informação em todos os âmbitos e principalmente
pela falta de equipamentos de informática. Meses mais tarde, numa
parceria com o Datasus, o PNI inicia discussões que findariam no desenvolvimento
do Sistema de Informação do PNI (SI-PNI).



1999. O PNI estende suas ações à população idosa, objetivando dar
continuidade ao processo de universalização do atendimento, por oportunidade
do Ano Internacional do Idoso. Implanta a vacina contra influenza
no Brasil, para idosos a partir de 65 anos de idade, em campanha anual
no primeiro quadrimestre do ano, quando são oferecidas as vacinas dT
(contra difteria e tétano) e antipneumocócica (para idosos institucionalizados
e doentes crônicos). A população na faixa etária era de 8,6 milhões de habitantes
e a meta 70%. A cobertura vacinal alcançada é de 87,3%, atingida por
88,4% dos municípios brasileiros.



Anos 90. Nas Américas é desenvolvida a estratégia de vacinação casa a casa.
Na segunda metade da década, ocorrem campanhas de vacinação contra o
sarampo na região.

Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/politicas/livro_30_anos_pni.pdf

FATOS HISTORICOS



1563. A primeira epidemia de varíola registrada no Brasil tem início na
ilha de Itaparica-BA, disseminando-se para o restante do País.

1789. Michael Underwood (Inglaterra) é o primeiro a descrever a debilidade
das extremidades inferiores em uma criança, reconhecida como poliomielite.
1796. Descoberta a primeira vacina pelo cientista britânico Edward
Jenner. A vacinação consiste na inoculação em seres humanos do material
obtido das lesões da varíola das vacas (cowpox), conferindo imunidade.
1798. Introduzida a vacina de Jenner, a primeira geração da vacina contra
a varíola.
1804. Dissemina-se o uso da vacina de Jenner.


Estimativa da população brasileira: mais de 3,5 milhões de habitantes.
No Brasil, ocorrem as primeiras vacinações contra a varíola, introduzidas
pelo Marquês de Barbacena, que trouxe o vírus vaccínico de Portugal nos
braços de escravos e o espalhou no País. Colhia-se material da pústula (linfa)
de um indivíduo e inoculava-se, em seguida, em outro.


Antes de 1851. Ocorrem os primeiros esforços que se conhecem para a
criação de uma ação de controle de saúde pública internacional, como parte
da luta contra as epidemias de doenças infecciosas. Os surtos de cólera na
Europa, ocorridos desde 1839, dizimam milhares de vidas em diversos
países e provocam a organização, em Paris, da I Conferência Sanitária Internacional.
Na ocasião, é elaborada uma convenção sanitária internacional.
Os primeiros trabalhos são falhos, mas as tentativas continuam até a criação
da Organização Mundial de Saúde.

1885. Introdução da primeira geração da vacina anti-rábica.
Desenvolvida cientificamente a primeira vacina no mundo, destinada ao
combate da raiva, no laboratório do Dr. Louis Pasteur, Paris/França.
1887. O Brasil começa produzir a vacina contra varíola em vitelos de
laboratório, graças ao Barão Pedro Afonso, diretor da Santa Casa de
Misericórdia de São Paulo.

1889. Um surto de peste bubônica se propaga no porto de Santos, levando o
governo a adquirir a Fazenda Butantan para instalar um laboratório de produção
de soro antipestoso, vinculado ao Instituto Bacteriológico (hoje Instituto
Adolpho Lutz).

1897. Introdução da primeira geração da vacina contra a peste.

1902.Oswaldo Cruz assume a direção-geral do Instituto de Manguinhos.
No Brasil, 984 mortes por febre amarela são registradas.
1903. Oswaldo Cruz é nomeado diretor-geral de saúde pública. O Rio de
Janeiro sofre epidemias de peste bubônica, febre amarela e varíola. Ele
deflagra uma campanha de saneamento com apoio técnico-científico do
Instituto de Manguinhos.
1904. Estabelecida a obrigatoriedade da vacina contra varíola no Brasil por
decreto do governo federal publicado em 9 de novembro. Isso gera um sério
levante popular conhecido como a Revolta da Vacina, em 13 de novembro,
e faz o governo decretar estado de sítio e suspender a obrigatoriedade.

1906.Desenvolvido o BCG por Calmette e Guérin, na França, com a cepa
Mycobacterium bovis.

1908. Landsteiner e Erwin Popper descobrem o vírus da poliomielite (Viena).
No Brasil, o Instituto Soroterápico de Manguinhos passa a ser denominado
Instituto Oswaldo Cruz.
Uma outra violenta epidemia de varíola faz a população correr aos postos de
vacinação.

1921. Em julho, a primeira criança no mundo é vacinada com o BCG, via oral.

1923. Descoberta a primeira geração do toxóide diftérico.

1924. Descrito o toxóide tetânico pela primeira vez, por Descombey. Sua
efetividade é demonstrada na II Guerra Mundial.
1925. O BCG difunde-se rapidamente pelo mundo.
O BCG é trazido para o Brasil por Júlio Élvio Moreau, que o conserva na
Fundação Ataulpho de Paiva, no Rio de Janeiro. A cepa é cultivada por
Arlindo de Assis, recebendo a denominação Moreau-Rio e revelando grande
virulência residual, com respostas intensas e duradouras.
1926. Introduzida a primeira geração da vacina contra coqueluche.
1935. Descoberta a primeira geração de vacina contra febre amarela.

Anos 30. Desenvolvido o pulmão de aço, que viabiliza a sobrevivência
dos seqüelados de poliomielite, com paralisia dos músculos respiratórios.

Meados do Século XX. A OPAS propõe a erradicação da varíola no
hemisfério ocidental.
Início dos anos 50. Implanta-se o toxóide tetânico e a vacina DTP
no Brasil, em programas isolados, em alguns estados.

1952. O Unicef estabelece o sistema de rede de frio para conservação das
vacinas frias e ativas desde o fabricante até o usuário. Experiências na África
e Ásia demonstram a perda de potência das vacinas, se expostas a temperaturas
elevadas.
1953. Há registros de epidemias de difteria no Brasil.
1954. Após a II Guerra Mundial ocorre uma explosão de tecnologia.
Desenvolvida a vacina anti-rábica produzida em células de cérebro de rato
recém-nascido (China).
Desenvolvida a vacina contra a poliomielite constituída de vírus inativados
(mortos), pela equipe do Dr. Jonas Salk.

1956. No Brasil, deste ano até 1970, o Departamento Nacional de Endemias
Rurais executa a vacinação contra a febre amarela.
Ocorre a primeira tentativa de utilização de vacina contra a varíola em escala
global. A OMS e parceiros decidem a meta de sua erradicação mundial.
1957. Desenvolvida a vacina oral contra a poliomielite, composta de vírus
vivos atenuados, pala equipe do Dr. Albert Sabin.

1964. Introdução da primeira geração da vacina contra sarampo. Até a
descoberta da vacina, o sarampo causava cerca de 135 milhões de adoecimentos
e entre 7 e 8 milhões de óbitos em crianças ao ano.

1966. No Brasil, em agosto, é instituída a Campanha de Erradicação da
Varíola e iniciada a fase de ataque. São registrados 3.623 casos da enfermidade.
1967. Introduzida a primeira geração da vacina contra a caxumba.

1968. Inicia-se no Brasil o uso da vacina BCG por administração intradérmica,
gradativamente, tendo em vista dificuldades operacionais.
1969. Introdução da primeira geração de vacinas contra rubéola.

Início dos anos 70. A vacina contra rubéola é comercializada no País,
sendo administrada em clínicas privadas, mediante recomendação médica.
1970. Introdução da primeira geração de vacinas contra a varicela.

1973. Fim das campanhas de vacinação contra a varíola no Brasil. O País
recebe a certificação internacional da erradicação da enfermidade pela OMS.

1974. Muitos países industrializados passam a utilizar a tríplice viral
(contra sarampo, rubéola e caxumba).
1977. O Brasil define as vacinas obrigatórias para os menores de 1 ano de
idade: contra tuberculose, poliomielite, sarampo, difteria, tétano e coqueluche
(Portaria Ministerial nº 452, de 6/12).

1984. Inicia-se no Brasil a produção da vacina monovalente contra o
sarampo, com a cepa CAM-70 (Bio-Manguinhos).

Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/politicas/livro_30_anos_pni.pdf



UMA SAÚDE SEM EXCLUÍDOS

Um século atrás, Oswaldo Cruz empreendeu no Brasil uma obra saneadora que se converteria num dos episódios mais comoventes da história da saúde pública mundial. O grande sanitarista estabeleceu um modelo de ação e deixou um exemplo que ainda inspiram o Programa Nacional de Imunizações (PNI), que comemora seu 30º aniversário.
Num país como o nosso — de dimensões continentais e quase 180 milhões de habitantes —, erradicar ou manter sob controle todas as doenças que podem ser erradicadas ou mantidas sob controle por meio de vacinas é uma missão que dignifica o PNI e enche de orgulho todo cidadão brasileiro.
Desde que foi criado, em 18 de setembro de 1973, o PNI procura não apenas cumprir sua missão. Nessas três décadas, tornou-se ação de governo caracterizada pela inclusão social, na medida em que assiste todas as pessoas, em todos os recantos do País, sem distinção de qualquer natureza. Seja rico ou pobre, more no litoral ou nos sertões, seja velho ou jovem, o brasileiro sabe que pode contar com vacina de boa qualidade em todos os momentos de sua vida.
Não existem excluídos para o PNI. As vacinas do programa estão à disposição de todos nos postos ou com as equipes de vacinação, cujo empenho permite levar a imunização mesmo a locais de difícil acesso — às matas, aos morros, aos becos das favelas, às palafitas. Eles vão aonde é preciso ir para imunizar a população. Trata-se, enfim, de um programa que honra a memória e respeita as lições de profissionais de saúde notáveis de ontem e de hoje. Garantir saúde, sim, mas com o comportamento ético e a consciência de que é preciso lutar sem descanso para reduzir as desigualdades sociais do Brasil. O Programa Nacional de Imunizações tem papel preponderante nessa luta, como está demonstrado neste livro que registra os seus 30 anos de dedicação à brava gente brasileira.
Humberto Costa, Ministro da Saúde